Comerciais japoneses sempre me surpreendem. Só ainda não sei se de forma positiva ou negativa.
Que pressão!
Comerciais japoneses sempre me surpreendem. Só ainda não sei se de forma positiva ou negativa.
Que pressão!
Eu já havia visto algo parecido e acredito que muitos já viram esse vídeo antes – ele não é muito novo -, mas vale a pena postar para quem não viu e para quem viu também, pois é bem divertido. Se trata de um clipe cover da música “Flagpole Sitta” de Harvey Danger feito pelo pessoal de uma agência de publicidade chamada Connected Ventures. Detalhe: Foi feito nos corredores da companhia.
Não dá para pôr o vídeo diretamente aqui (embed), mas segue o link: http://vimeo.com/173714
Depois do expediente, nada pra fazer, pauta vazia, atendimento saiu mais cedo?! Vamos gravar um clipe!
Adivinhem quem são os profissionais de criação.

"They were not supposed to leave"
Para quem não estava agüentando mais, contando os dias, roendo as unhas, fazendo simpatias e com insônia - e até para quem não estava – Lost voltou pela 5ª vez. Pelo menos nos EUA, pois no Brasil ainda está sem data prevista para o primeiro capítulo. Nós, brazucas, iremos roer mais um pouquinho de nossos dedos - pois as unhas já se foram há muito tempo – e iremos redecorar pela quadricentésima milésima vez a grade de programação da TV fechada. Haja olheira!
Existem também as pessoas que irão falar “Naaaa! Lost está uma porcaria”. Não posso culpá-las, pois a últimas temporadas de Lost deixaram mais dúvidas que respostas para os fãs e espectadores esporádicos, frustrando alguns e fazendo com que outros – os que já não entendiam a série muito bem e a acham complicada – deixassem totalmente de lado a Lost Mania – problema pelo qual a última temporada de Heroes vem confrontando, por um motivo distinto (hora de rasgar o roteiro atual).
Mas não temam, trago em primeira (segunda?) mão notícias da fresquíssima (lá ele) 5ª temporada. Primeiro posso começar contando que os produtores da série prometeram e cumpriram: eles começaram a temporada respondendo muitas perguntas e tirando – ao meu ver – a principal dúvida, que é: “Mas o que p*$$@ rola nessa ilha finalmente”. Viagem espaço-temporal, oras! Parece um assunto meio piegas, mas não é tão simples assim em Lost. Não existe uma máquina, ou algo do gênero e, como nas séries de J. J. Abrams – vide Fringe – as teorias científicas ganham um ar naturalista, comum, como se ocorresse no quintal de qualquer um, quase palpáveis. Mas de uma maneira bacana, claro!
A temporada se inicia de maneira clara, mostrando a fonte de energia da ilha, principal fonte de estudo da Iniciativa Dharma e responsável pela manipulação espacial-temporal (mover a ilha, etc). Desenvolve a idéia de que a Dharma descobriu um mecanismo capaz de liberar a energia da ilha e que não foi construído pelos cientistas. Mostra, por final, personagens que já participaram de eventos passados na ilha (surpresa), o que me faz imaginar porque alguns deles “não envelhecem” aparentemente. Esse 5º Lost também situa o espectador melhor no tempo entre as cenas passadas e futuras que, apesar de já ser um tanto claro o aviso, através de um corte seguido de um som surdo com bastante suspense, ficou confuso na última temporada. Respondem outras questões menores também, como a suposta morte de John Locke e porque os famosos Oceanic Six não deveriam ter deixado a ilha. They were not supposed to leave!
Aos Lost-Maníacos nem preciso dizer “assista”, mas devo dizer aos que deixaram Lost de lado. Hora de correr atrás das temporadas anteriores, a 5ª está assaz! Nada acontece por acaso!
Todos da minha geração, que tiveram um pingo de infância, já jogaram Street Fighter nos consoles e nos antigos Fliperamas espalhados pela cidade. Eu só não imaginava que algum gênio louco de minha geração refizesse o jogo com bonecos de brinquedo da série, em stop motion e pusesse controles em flash – na verdade os controles são links que apontam para outro endereço, onde a animação continua.
Vale a brincadeira. Dá para rir só com os chutes que o Guile dá nos colhões do Honda. Clique aqui, e seja feliz por alguns minutos.
Curiosidades: Foram feitos, pelo menos, 100 animações e/ou edições para o joguinho ficar pronto. Uma mente sã e 4 bonecos foram machucados ou molestados para fazer esse jogo.

Cartaz
Não, não estou falando de mim. O título deste post se refere a uma tradução tosca do filme Slumdog Millionaire, que em bom português poderia significar isso, caso houvesse uma versão em português. O filme conta a história de Jamal Malik, um rapaz indiano de uma casta inferior, que serve cafezinho em uma empresa de telemarketing e participa de um programa de TV chamado “Who wants to be a millionaire?” – Quem quer ser miolionário. Ele está a uma pergunta do prêmio final de 20.000.000 – vinte milhões – de rúpias (em torno de 900 mil reais ou 400 mil dólares) e acaba sendo acusado de trapaça.
A princípio poderão achar a sinopse do filme um tanto comum, mas o filme é realmente assaz! O filme é redondo, ele inicia com uma pergunta no estilo ABCD – típica em questões de vestibular – que martela em sua cabeça durante o desenrolar da trama e termina com sua resposta surpreendentemente dramática – diante disso você pode até chutar qual é. Sem deixar pontas (pelo menos, só notei uma), o filme se completa do início ao fim. Ele se desenrola como um tapete persa raro, devagar e em doses controladas, contando a história de Jamal (revelando o ator Dev Patel no cinema) que com seu irmão Salim passam por muitas encrencas em Mumbai – maior metrópole indiana. No meio do caminho eles encontram Latika (Freida Pinto) por quem Jamal se apaixona. Os atores são novos e desconhecidos, mas desde os pequenos atores até os mais velhos, eles fazem uma grande interpretação, que enriquece o drama. O filme não tem a necessidade de efeitos visuais, mas a fotografia é muito boa e o diretor britânico Danny Boyle enriquece as cenas com um screenplay digno de filmes hollywoodianos – perdão, eu quis dizer europeus.
Os prêmios que o filme ganhou falam por ele e daria um trabalho escreve-los todos aqui, mas alguns exemplos são: Austin Film Festival (escolha do público), Black Reel Awards (melhor ator e melhor performance para Dev Patel), British Independent Film Awards (melhor filme independente, melhor diretor e ator revelação), 4 Globos de Ouro (melhor diretor, melhor filme, originalidade e melhor screenplay) dentre outros espalhados pelo mundo e pelos EUA inclusive.
Danny Boyle - juntamente com a co-direção da indiana Loveleen Tandan - dão ao drama todos os temperos de uma história de amor com cenas tensas e se torna, de todas as maneiras, um filme com visual superior. Boyle acertou na mão e com um filme que dá uma visão bastante realista, pelo meu conceito e pouco conhecimento do país, do modo de vida e dos costumes tão singulares e exóticos – e até miseráveis as vezes - da Índia. A produção por si só não é puramente indiana, devido a visão de seu diretor inglês, então há inclusões da língua inglesa - que deixa um buraco no filme, mencionado anteriormente, sobre como os irmãos aprendem a falar o idioma fluentemente – e do programa de TV, que é uma cópia de sua versão original passada na Inglaterra. O filme realmente me surpreendeu e eu recomendo para pessoas com gostos diversos, apesar dele ser classificado como drama. Ah, e como não poderia faltar, tem uma pitada Bollywoodiana com aquelas coreografias estilo Menudos. Um must seeing.
PS.: Amanda tem razão. Me passei na informação sobre os filmes que Boyle dirigiu e acabei pegando a informação numa fonte confiável, mas errada. Obrigado pela informação, Amanda.
É soda ficar um tempo sem escrever. A gente meio que perde a prática, não sei explicar. Parece que cada palavra é um sacrifício. Mas não dá pra deixar de comentar sobre as coisas que fiquei esses dias off.
Assisti dois filmes. Adivinhem quais. Nada a ver Mark Walhberg VS Ben Stiller, né. Estilos completamente diferentes de filme e atores, mas é difícil encontrar um título para um post em um blog, vocês não têm noção. É melhor escrever qualquer besteira. Se pensar demais, sai caca.
Voltando aos dois atores, eu não quero fazer um comparativo claro sobre eles. Ambos são muito bons e não há como compará-los. O assunto ao qual me infiro aqui é: “Porra, só tenho 20 mangos (cinema tá caro mesmo) e não sei que vou fazer com isso”. Vai uma ajudinha aê, campeão? Leva a namorada no cinema. A escolha do filme, bem… É sobre isso que eu quero falar. Que filme escolher com aqueles últimos couros-de-rato da sua carteira (não estou dizendo que tenho mais dinheiro que você, pois assisti os dois filmes, mas se a carapuça servir, morra de inveja). Ah, chega de enrolar. Os filmes que eu to fazendo esse rodeio todo para comentar são Max Payne e Trovão Tropical. Estilos diferentes, abordagens diferentes, mas você ainda precisa levar sua namorada (ou sua tia) para o cinema, lembra!
Max Payne é um filme bom. Quem jogou o jogo vai se identificar e não vai se decepcionar com Walhberg. Ele soube brincar de Max. Ele faz a parada com as sombrancelhas e tudo para fazer cara de mau. O filme segue todo o roteiro do jogo, alterando algumas coisinhas para adaptar ao cinema e pulando anos luz à frente e deixando buracos imensos na história, o que torna o filme confuso. Ele repete incensantemente até você decorar que a culpada de toda a história é uma droga e entope todo o filme de clichês policiais e suspenses básicos, como a luz que queima quando a garota passeia pelo beco e os pombos voando dando aquele susto (Hitchcock se revira no túmulo toda vez que utilizam esse clichê). Para os marmanjos vale a pena assistir para ver a saúde – que os pais dela sejam abençoados – de Olga Kurylenko (Natasha). Nem Mila Kunis (Mona Sax) está legal, entopiram ela de roupa – desculpem a sinceridade machista – e de um texto chato e pobre que ela não parece nem como uma coadjuvante. Eu imagino porque o diretor se aprofunda em alguns personagens e não fala nada sobre eles. “Ele pensa, logo ele existe”, esse é o lema. Eles mudaram alguns personagens como Jack Lupino (Amaury Nolasco) para dar um ar de suspense, de um vilão perigoso e – CUIDADO: SPOILER LOGO A FRENTE. SELECIONE O ESPAÇO A SEGUIR SE DESEJA CONTINUAR – ele não dura nem 30 segundos de luta. Mas o filme não é de todo ruim. Tem uma boa produção, boa fotografia e uns efeitos especiais bacanas. Eu gosto do efeito de um mundo meio noir, que reflete a personalidade de Payne, de seu sentimento de vingança – como também é utilizado no game – e das valquírias – efeito visual para explicar o barato da droga. As cenas em câmera lenta – filmadas em câmera de alta velocidade – são bacanas, bem utilizadas, mas virou um clichezão que Matrix fez o favor de enojar. Ah, sim! Os tiroteios, claro! Não podem faltar. Eles não poupam destruição, pedaços de parede, papéis, madeira e vidro explodem de todos os lados. Uma pena que muitas cenas foram cortadas, pois o filme foi classificado como 18+ anos nos EUA e os produtores acharam que isso iria estragar a bilheteria. Eles tentaram recorrer, sem sorte, então tiveram que picotar o filme todo. Exemplo básico de como a censura estraga e abafa a arte. Mas eu não vou ficar pregando missa para alguns poucos diabos.
Trovão tropical é um filme bom. Ele aborda uma (tentativa de) produção de um filme realizado no Vietnã, que conta a história de um herói americano – clichê – que escreveu um livro. A filmagem acaba sendo um desastre e os atores – da filmagem, não do filme (metalinguagem é complicado mesmo) – tem que se transformar em verdadeiros marines insanos para sair dessa roubada vivos. Trovão Tropical é produzido, escrito, dirigido, atuado (e se duvidar ele também serviu cafezinho) por Ben Stiller. Adoro Ben, é um ator espetacular e ele realmente fez algo bom com esse filme. Ele mostrou que filmes de comédia também podem ser grandes e caras produções, que a comédia inteligente ainda existe – imagem que alguns filmes como Espartalhões, Super-Heróis, American Pie 10 (10?) e outros, vinham enterrando na lama. Ele o faz da maneira mais trash e bem interpretada possível. Não, não é comparável aos filmes trash de Tarantino, são gêneros bastante divergentes, apesar do trash ter pitadas constantes de comédia bizarra. Os atores são sensacionais. Robert Downey Jr. interpretando um negro – com direito a uma perfeita mudança de seus cabelos, barba, e sotaque – Jack Black – espero que os filmes infantis da Sessão da Tarde, como aquele do ninja gordo, não tenham estragado a imagem desse ótimo ator – Jay Baruchel, Brandon T. Jackson, Ben Stiller – esse não precisa de comentários – e ainda tem um brinde para a mulherada: Interpretando um careca chato, boca suja, de óculos, Tom Cruise – OK, eu me assustei, mas em certos momentos dá para perceber que é ele, principalmente se você assistir ao filme uma segunda vez. Antes de começar o filme, ele ainda prepara seu fígado a ser desopilado com um comercial de uma bebida chamada Booty Sweat (“suor de bunda”) e 3 trailers fake - um deles com Tobey “Homem-Aranha” Maguire. Um must-seeing, sem dúvida alguma.
Agora que você tem uma noção do que fazer com seus suados courinhos-de-rato da sua carteira e onde levar sua namorada – até porque motel tá caro – agora você pode me matar de inveja e dizer na minha cara “Hah! Eu gastei metade do que você gastou e me diverti mais”!
Ufa! Para quem não queria escrever… Ben Stiller wins!
Quem não quer?
Para quem não conhece esse personagem singular e antológico da história do cinema, interpretado por Matthew Broderick, então vá correndo à locadora mais próxima e peça: Curtindo a Vida Adoidado.
Se o nome do filme te trouxe a lembrança do personagem – caso você tenha tido infância – para os americanos isso ainda é muito pouco. Eles estão organizando, no coração de Nova York, o que será chamado de Bueller Project (ou Projeto Bueller), onde eles irão recriar a cena vivida pelo personagem no filme, onde ele, num dia que resolve matar aula (ou filar, no bom baianês), em cima de um carro alegórico tipicamente americano, canta Twist and Shout dos Beatles para uma platéia enlouquecida. Um verdadeiro carnaval gringo.
Dizem que o próprio Matthew Broderick foi convidado a participar da festa. Se ele irá aparecer… são outros 500.
Vai um trechinho do filme para relembrar a uns o dia do Rei de Nova York.
Para quem estiver em Nova York ou quiser dar uma passadinha por lá, dá para participar da party. Através do e-mail projectbueller@gmail.com o pessoal pode se voluntariar fácil. Ah, se eu pudesse…
Ferris Bueller é o cara! All hail the king!
Eu não sou uma pessoa pessimista, mas definitivamente Murphy está presente em quase tudo. Games não poderiam ser exceção. De maneira alguma. No Universo existe um conjunto de regras, as quais nunca compreenderemos como meros mortais, que fazem girar uma grande roda. Um grande carrossel que rege todas as coisas, o inexplicável, o que não podemos controlar, inclusive a vida e a morte… Chega, né. Alguém pode pensar que eu sou um profeta do caos ou algo parecido e a última coisa que eu quero é problemas com alguma religião.
Existem coisas que só acontecem quando você está fazendo ou está prestes a fazer alguma outra coisa e o exemplo que quero firmar nesse tópico é: Quando você joga Guitar Hero, inevitavelmente e com uma probabilidade de 95,6% a cada minuto, alguma parte do seu corpo irá coçar. E não será possível controlar. Irá tirar sua concentração e você irá errar uma nota (saravá). Essa parte irritada do corpo, com uma probabilidade de 58,7%, será uma parte que você precisa utilizar uma das mãos, então você passa alguns segundos, rezando para vir uma nota longa. Assim você tira uma das mãos da guitarra – ou “teclarra”, caso você seja pobre, mas limpinho, como eu – e manda Murphy pro quinto dos infernos umas 3x antes de continuar sua performance.
Junto com o problema, algumas vezes, você verá que trago a solução. Então aqui vai o segredo: Tenha uma namorada(o) – nunca se sabe – e peça para que ela coce a parte irritada do seu corpo. Dependendo da região, também peça um pouco de gentileza. Sua saúde agradece. Isso levando em conta que sua namorada não liga que você jogue Guitar Hero na frente dela ou que você seja donzelo (zueira, não se ofenda).
Como a minha se importa – e muito – sobre jogos eletrônicos em sua presença, apesar do contrário não parecer tão justo, eu sou e sempre serei um péssimo jogador de Guitar Hero para o resto da minha vida. Thanks to Murphy.
Murphy, * 1918 – † 1990 (foi tarde)
Não vou mentir: achei que a Adobe não tinha mais o que inventar ao criar o seu novo pacote de programas gráficos profissionais – o Adobe CS4 (Creative Suite 4). Eu não pude esperar, consegui uma cópia (não pergunte-me como) e resolvi futucar nos meus novos amiguinhos (lá ele). Depois irei postar uma impressão mais detalhada sobre o Creative Suite 4 e seus programas, pois quero mostrar agora uma ilustraçãozinha que fiz rapidinho nessa manhã.
Deixei em três versões: Somente os traços, sem brush, os traços com brush e a versão expandida e colorida.
Estou pensando em fazer um fundo bacana para ele. Ah! Ele foi desenhado digital direto, não houve rascunho a lápis ou referência. Deu na telha e eu fiz para testar uns brushes novos do Illustrator CS4 e fiz no mouse mesmo, traçando sem mesa digitalizadora. Que acham de eu fazer uma versão elegante dele? Prata no pescoço, cheio de anéis, um tênis bacana, uma bandana e um chapéu fedora por cima… Me empolguei!